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SEGURO SAÚDE

30 Dec 2016

 

ALERTA AOS VIAJANTES!

Viajar! Ai, que delícia… Sair da rotina, dar um tempo pra si mesmo, conhecer lugares diferentes, respirar novos ares. Só coisa boa, né!? Nem sempre. É claro que quando a gente pensa em cair na estrada, não imagina que coisas ruins podem acontecer.
Pra falar a verdade, até pouco tempo atrás eu nem vislumbrava qualquer tipo de perigo para além da minha casinha. O pensamento positivo sempre foi companheiro de embarque nas minhas andanças.
Nas duas primeiras viagens solo que fiz nem levei a minha mini farmácia. Só fiz o seguro saúde porque era documento obrigatório para entrada no estrangeiro. Antes, andava apenas com um remedinho pra dor de cabeça e estava ótimo!

Experiência. Nem me tirem como exemplo. Aprendi na marra a importância de estar prevenida. Graças a Nossa Senhora dos Viajantes Desavisados nada de muito ruim me aconteceu. Mas, quando se está fora de casa, longe dos amigos e do carinho da mamãe, qualquer dorzinha de barriga é o fim do mundo.
E foi exatamente o que me aconteceu. Na onda de provar todo quanto é tipo de alimentos e especiarias, fui até um mercado árabe que serve shawarma, uma espécie de sanduíche de carne de carneiro, vendido em barraquinhas.
Estava uma delícia o meu sanduba! Mas foi só chegar no hotel para a febre dar um alô. Na manhã seguinte, embarquei para Eilat, no sul de Israel.
Iria fazer um passeio até Petra, a cidade de pedra. Não teve passeio, não teve Eilat, não teve graça… Só febre e dor de barriga. Passei três dias trancada no quarto à base de pão e consommé.
Como eu fiz o seguro viagem, fui atendida pela equipe local que falava hebraico e muito mal o inglês. Eu tive que escrever os meus sintomas no papel para eles entenderem o que eu estava sentindo. Sem falar que os remédios estavam escritos em hebraico e eu tive que escrever legendas em cada medicamento pra mim mesma não tomar comprimido errados na hora errada. Sufoco!

O inevitável. Quer saber qual é a melhor maneira de visitar um museu? Eu torci o pé em um buraco na saída do metro para o Museu de História Natural, em Londres. A única coisa que a equipe de médicos do museu me ofereceu foi uma cadeira de rodas que aceitei prontamente. Eles disseram que não poderiam me medicar e que era melhor eu comprar um analgésico na farmácia.
Como era o último dia na cidade da rainha, resolvi passar a tarde em duas rodas. De lá para o aeroporto e depois direto para o consultório do meu ortopedista no Brasil. Quando cheguei em São José dos Campos o meu pé era uma jaca de tão inchado.
Já o Edu é um viajante prevenido. Filho de médicos, ele sabe exatamente o que não pode faltar na bolsa. Mas vale lembrar que é importante consultar um médico pra saber qual o medicamento certo para você.
Ninguém quer ter uma reação alérgica no meio do passeio, né!? Sem falar que é muito difícil comprar remédios no exterior. É necessário receita para quase todos os tipos de medicamentos. Por isso, a dica é levar de casa mesmo.
Depois de tantos perrengues, a mini farmácia é o primeiro item que coloco na minha lista de viagem. Ah, e o seguro saúde vale até para destinos que não exigem o documento. Afinal, a gente não quer apenas diversão, quer segurança também.

 

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